Legally Nuts

Aeeee! Ateh q enfim conseguimos mexer nissu!!! Esse eh o nosso espaco pra zoar todo mundo, falar besteira, etc e tal..... Seja bem vinda, galerinha descontrolaaaaaada!

quarta-feira, março 31, 2004

Tradições de Casamento


Erika, ainda dá tempo de desistir! Corra! Aliás, segundo a tradição, o padrinho servia exatamente para isso, não deixar a noiva fugir. Mais tradições de casamento:

Carregar a noiva no colo
Algumas tradições acreditam em “mau agouro”, se a noiva cair à entrada da casa. Outras falam em azar se ela entrar com o pé esquerdo. Se o noivo levá-la no colo, evita esses dissabores. Uma explicação alternativa para o fato é que os anglo-saxões costumavam roubar a noiva e carregá-la nas costas. É desse povo o costume de a noiva ficar do lado esquerdo do noivo. Como ele tinha medo do ataque de “dragões” e inimigos, deveria ter o braço livre para sacar a espada e proteger sua amada.

Buquê
Na Grécia e na Roma antigas, o alvo preferido das solteiras não tinha apenas flores, mas também ervas e temperos. Alguns buquês eram feitos de alho para espantar os maus espíritos. As flores tinham significados próprios: a hera representava fidelidade; o lírio, a pureza; as rosas vermelhas, o amor; violetas, a modéstia; não-te-esqueças de mim, o amor verdadeiro. Flores de laranja trariam fertilidade e alegria ao casal.

Aliança
Para os egípcios, representava a eternidade. Os gregos a faziam de ferro imantado, pois acreditavam que assim poderiam atrair o coração humano. Como tradição cristã, teria surgido no século XI, quando o anel era colocado no terceiro dedo da mão esquerda, pois acreditava-se que havia comunicação direta desse dedo com o coração por meio de uma veia. Representa fidelidade.

Vestido de noiva
O primeiro vestido branco foi adotado pela Rainha Vitória, no século XIX, quando se casou com seu primo, o príncipe Albert. O pedido de casamento foi feito pela apaixonada noiva, já que homem algum poderia se atrever a fazer tal proposta a uma rainha. Na antiga China e na Idade Média as noivas cobriam-se de vermelho, pois era a cor do amor.

Véu
Os grego acreditavam que a noiva, ao cobrir o rosto, estava protegida do mau olhado das mulheres e da cobiça dos homens.

Bolo
Os romanos faziam bolos com farinha, sal e água. Repartir o bolo significa partilhar uma vida comum.

Chuva de arroz
Há 4 mil anos, na China, o arroz era tido como símbolo de fartura e já era costume jogar alguns grãos sobre os noivos após a cerimônia. Conta-se que um poderoso mandarim quis mostrar sua riqueza e realizou o casamento de sua filha sob uma verdadeira “chuva” de arroz.

Chá de cozinha
Segundo uma lenda holandesa, um moleiro pobre era apaixonado por uma rica donzela. Para ajudá-lo, seus amigos se reuniram e ofereceram a eles itens para a nova casa. Assim nasceu o famoso chá de cozinha.

Lua-de-mel
Na antiga Roma, o povo espalhava gotas de mel na soleira da casa dos recém-casados. Entre os povos germanos, era costume casar na lua nova, e os noivos levavam uma mistura de água e mel para beber ao luar. Daí nasceu a expressão.

Beijo
Muitas culturas acreditavam que quando os casais se beijavam no final da cerimônia, suas almas também eram compartilhadas.

Curiosidades

Na China, antigamente, os noivos só se conheciam no dia do casamento. Segundo a tradição, a noiva chinesa escolhe suas damas de honra entre as moças mais feias do local, para que assim ela seja a mais bela.


Os egípcios eram monógamos. Apesar de desposarem suas irmãs e até filhas, a população não adotava sua prática. Na Grécia, o casamento começava na casa dos pais da noiva, diante do fogo, e havia um sacrifício para as divindades. “Ela era transportada com o rosto velado, em um veículo, até a casa do futuro marido e seu véu era consagrado à deusa Hera”, diz Maria Luíza Corassin, professora do curso de História da Universidade de São Paulo.


O conceito de casal, próximo do que temos hoje, surgiu no século XIII. “O homem e a mulher deveriam cooperar e gerir o casamento como se fosse um negócio”, diz Carlos Roberto Nogueira, professor de História da USP e especialista em Idade Média.


Jesus, Alegria dos Homens, de Bach, Marcha Nupcial, de Mendelssohn, Ave Maria, de Schubert, e Noturno, de Chopin, são algumas das canções mais tocadas em casamentos.


Em Moçambique, para se casar é necessário pagar o Lobolo ao pai do noivo. Ele paga a taxa estendendo uma capulana (tipo canga de praia) no chão e cobrindo-a com dinheiro. No caso do casamento ser anulado, o sogro deve devolver o dinheiro. Se o marido morrer, o irmão mais novo do falecido assume sua mulher e filhos.

Fonte: O Guia dos Curiosos